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  • Revista Globo rural – Especial Cães e Gatos.
    Os companheiros
  • Os mais antigos amigos do homem no reino animal pedem apenas os cuidados necessários a qualquer ser vivo , como educação, saúde e alimentação corretas, a que retribuem com muita lealdade . o convívio com eles serve como terapia no tratamento de varias doenças humanas.
    (por Patrícia Carvalho / fotos Oswaldo Mariano)

    Um elo com a vida

    Animais são usados com sucesso na terapia humana

    Airton tem 5 anos e é portador da síndrome de Down. Mas quando esta com a enorme e meiga Nagoya, uma rottweler do canil Cambara hoje caes assistentes, ou com Tony, o assanhado Beadle que não para quero um minuto, em São Rossi , interior de São Paulo, o que se vê é uma criança comum, brincando ao ar livre, abraçando o cachorro,que retribui o carinho do garoto na mesma proporção.

    Há alguns meses, Airton e várias outras crianças, portadoras de diversas deficiências, de problemas emocionais graves à paralisia mental ou física, até autismo, têm encontra dono canil: centro de treinamento caes assistentes um elo com um mundo de movimentos expressões e descobertas que vêm surtindo efeitos sensíveis sobre sua saúde.

    Duas vezes por semana, essas crianças vão até o canil e aprendem , no contato com os caes, a fazer movimentos que até então eram que se impossíveis.

    Muitos aprendem os rudimentos da fala, ou pelo menos se esforçam para se expressar, e principalmente sentem-se aceitos e amados como são. ” Os caes não sabem que essas crianças são especiais . Sabem apenas que elas afagam, brincam e precisam de carinho. É uma relação muito rica, e que está nos surpreendendo pelos resultados positivos” ; afirma a pedagoga Marisa Solano, dana do Canil Cambará, onde cria rottweilers, beagles, labradores, cockers e weimaranes.

    Dona também da Escola de Educação Infantil Toquinho de Gente, em São Paulo, onde Airton estuda, ela diz que foi justamente observando-o sendo estimulado pelos cães numa visita ao canil que teve a idéia de disponibilizar o espaço e seus animais para a co-terapia ( terapia com animais ) junto a crianças especiais. “Entrei em contato com algumas escolas, e a Refazenda, de São Roque dedicada a crianças especiais, se interessou pela idéia. Foi o pontapé incial” , diz ela, que hoje faz o mesmo trabalho com a APAE de São Roque.

    Dirigida pela psicóloga Maria L.S.B. Pivelli e pala fonoaudióloga Silvana Banys, a Refazenda tem entre seus alunos crianças com diversos níveis de deficiência.

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