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  • Revista Cães e Cia, nº 243 – Agosto/1999, artigo:
    “A montanha vai a Maomé”
  • VISITAS A UM CANIL TRAZEM ALEGRIA E MELHORA ÀS CRIANÇAS DEFICIENTES DE UMA ESCOLA PAULISTANA

    Crianças deficientes fazem visitas periódicas a um grande canil paulistano: a melhora da garotada é evidente.

    Levar crianças deficientes para passear algumas horas por semana em um centro de treinamento de caes com beagles, cockers, labradores e a doceis rottweilers.

    Essa foi a ideia da criadora dessas raças Marisa Solano, tambem socia-proprietaria da Escola Infantil Toquinho de Gente. “Estava querendo fazer alguma coisa diferente na area da educaçao” ; lembra Marisa, que mantem o seu canil chamado Cambara, em em uma grande area verde 20.000m2, no municipio de São Roque, SP “como já havia levado alunos da minha escola para visitar o canil e eles haviam adorado, pensei que poderia fazer o mesmo com crianças deficientes“, conta ela.

    Foi assim que no inicio deste ano, Marisa entrou em contato com a psicologa e tambem uma das diretoras da Escola Refazenda, especializada em crianças com deficiencias fisicas e mentais. “Eu nunca tinha visto um trabalho terapeutico usando animais, mas como sempre procuramos estimular a integraçao de nossas crianças e era isso que Marisa nos oferecia, aceitamos o“, conta a diretora da Escola Refazenda, Maria L.S.B.Pivelli.

    As duas agendaram uma visita experimental e desde entao, todas as terças-feiras, dois grupos de crianças – um no perido matinal e outro à tarde – são levados em carros da escola e em caminhonetes do proprio canil para passar duas horas com os caes-assistentes. “As crianças têm adorado e os caes são totalmente adestrados, o que facilita o bom relacionamento”, fala Marisa.

    O sucesso da experiencia se traduz na evidente melhora das crianças . ”Elas têm dificuldades em se comunicar, em se socializar, e a funçao de estimula-las nesse sentido é desempenhada muito bem facílmente pelos caes”, analisa a diretora. “A manisfestaçao desinteressada de afeto dos caes coo-terapeutas incentiva as crianças a toca-los e a se manifestarem tambem”, explica Marisa.

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